CD-DVD REVIEWS

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Monday, March 26, 2007

A SEMÍNIMA SOLITÁRIA (2006)


A SEMÍNIMA SOLITÁRIA (Irmãos Vitale - 2006) - livro de Patricia Mauro e Sérgio Conforti que ensina música para crianças de todas as idades. Acompanha o livro um CD com a narração, os diálogos, as músicas e versões karaokê.

A SEMÍNIMA SOLITÁRIA inaugura a série AS AVENTURAS DA SEMÍNIMA, cujo objetivo é imprimir um tom de brincadeira e criatividade ao ensino da música. O leitor vai acompanhar as aventuras da personagem Semínima, aprendendo noções básicas da música com uma linguagem simples e divertida. Neste livro, a pauta musical é o cenário onde circulam as personagens Pausa, o Grave, o Agudo e a anfitriã Clave de Sol. Para crianças e adultos de todas as idades.

Formação: Patricia Mauro (voz), Sérgio Conforti (bateria e percussão), Nito Lima (guitarra, violão e cavaquinho), Sérgio Diamante (piano e teclados) e Rafael Dalcero (baixo). Participação especial de Guga Fittipaldi (guitarra e teclados). Narração: Manoel Neto. Wellington Leão como João. Todas as outras vozes de Patricia Mauro. Arranjos coletivos. Produção e direção musical de Sérgio Conforti.

Músicas (todas composições de Patricia Mauro):
A SEMÍNIMA SOLITÁRIA
O MENINO
CLAVE DE SOL
NA PAUTA MUSICAL
GRAVE E AGUDO
ZUM!
A PAUSA
ME SINTO SÓ
PALAVRA DE CLAVE DE SOL
AS SEMÍNIMAS
A MÚSICA.

O CD tem também versões instrumentais para a criança brincar de karaokê.

Comentários da quarta capa:

"Com sensibilidade e sutileza, Sérgio e Patricia conseguiram encontrar a forma de cativar e motivar as crianças no aprendizado da música, o que torna este livro imperdível e essencial para a bibliografia do gênero. Parabéns."

Pascoal Meirelles
baterista, educador e compositor


"A Semínima Solitária cumpre sua tarefa com muita leveza e criatividade. O CD flui como uma peça de teatro e o livro, como um todo, passa muito bem a idéia da musicalização. As crianças vão adorar."

Rui Motta
baterista, educador e compositor


"Quem não se encantará com a simpática e alegre personagem Semínima? O que, até o lançamento do livro, podia ser considerado monótono no aprendizado musical, agora se apresenta com magia e encantamento. História, canções lindas e atuais e uma ilustração encantadora tornam a iniciação à leitura musical prazer e diversão. Parabéns pelo lindo trabalho. Os professores de música agradecem."

Márcia Campanário
educadora musical e diretora do Centro de Estudos Artemúsica (Rio de Janeiro)



Agenda:



Onde comprar o livro/CD da Semínima:

Livraria Argumento (Leblon)
Livraria Exceler (Botafogo)

Na internet:

http://www.vitale.com.br/
http://www.submarino.com/
http://www.cpmusical.com.br/
http://www.tamborcarioca.com/
http://www.lojaabril.com.br/

Vamos publicar os outros pontos de venda. Aguarde.



Thursday, November 30, 2006

WILSON DAS NEVES - BRASÃO DO ORFEU (2004)


Músicos: Wilson das Neves (voz, tamborim, ganzá, caixa e bateria), Trambique (surdo, repique, ganzá e tamborim), Chacal (xequerê, zambê e batá), Celsinho Silva (pandeiro), André Tandeta (bateria), Jorge Helder (baixo), Zeca Assumpção (baixo), Maurício Carrilho (violões de 6 e de 7 cordas), Luiz Cláudio Ramos (violão), João Rebouças (piano), Cláudio Jorge (violão), Sergio Carvalho (piano), Leandro Braga (piano), Luciana Rabello (cavaco), Paulinho Trumpete (flugel horn), Marcelo Bernardes (flauta e sax tenor), Franklin da Flauta (flautas sol e dó), Andrea Ernest Dias (flauta), Jesse Sadoc (flugel horn), Gabriel Grossi (gaita), Pedro Paulo Malta, Alfredo Del Penho, Ana Rabello Pinheiro, Ignez Perdigão, Mariana Bernardes, Bia Pontes e Anna Paes (coro). Arranjos de Jorge Helder, Luiz Cláudio Ramos, João Rebouças, Cláudio Jorgé e Leandro Braga.

Faixas:

WILSON DAS NEVES

Nascido no Rio de Janeiro, em 1936, o instrumentista, cantor e compositor Wilson das Neves foi iniciado na música aos 14 anos de idade, pelo percussionista Edgar Nunes Rocca, “O Bituca”. Aos 21, tornou-se baterista da Orquestra de Permínio Gonçalves e mais tarde acompanharia o Conjunto Ubirajara Silva, a Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, o Conjunto Ed Lincoln e as orquestras da TV Globo e TV Excelsior. Em 1968, lançou seu primeiro disco, Juventude 2000. Também fazem parte de sua discografia os discos Som Quente É o Das Neves (1969 e 1976), Samba-Tropi - Até aí Morreu Neves (1970) e O Som Sagrado de Wilson das Neves (1996). Tocou com alguns dos maiores nomes da música brasileira de todos os tempos, entre eles Elizeth Cardoso, Chico Buarque, Elza Soares, Roberto Carlos, Elis Regina e Wilson Simonal. Em 2004, o selo Quelé (uma parceria entre as gravadoras Biscoito Fino e Acari Records) lança Brasão de Orfeu, que conta com parcerias com Paulo César Pinheiro, Aldyr Blanc e Claudio Jorge, entre outros.
(fonte: Biscoito Fino)

BRASÃO DO ORFEU

Considero o Wilson das Neves um dos maiores bateristas de samba. Podemos colocá-lo ao lado de outros grandes nomes do gênero, como Luciano Perrone, Edison Machado e Milton Banana. Os quatro com estilos bem diferentes um do outro, por sinal. Não é à toa que tenha trabalhado com Chico Buarque e Elis Regina, por exemplo. Confira no DVD "Vinícius" o talento deste instrumentista, de estilo suave e cheio de balanço, porque no seu CD "Brasão do Orfeu" você terá uma surpresa, tal como eu tive, vai conhecer mais o lado de cantor, de percussionista e de compositor do que o de baterista. Apenas em duas faixas (as duas últimas) ele assume a bateria. Nada contra o André Tandetta, que gravou as baterias das outras faixas. Pelo contrário, conheço o trabalho do André desde o tempo daqueles saudosos shows da Rio Arte Instrumental, no Parque da Catacumba, nos anos 80, e sempre gostei dele, mas comprei o CD pensando em ouvir o Wilson tocando bateria. Deveriam colocar um aviso na capa: olha, o Wilson praticamente só canta no CD.

CULTURA CARIOCA

Por falar em Rio Arte, a prefeitura do Rio de Janeiro, naquela época, tinha três projetos musicais muito importantes, que abriram caminho para vários músicos. Eram eles o próprio Rio Arte Instrumental, no Parque da Catacumba; o Som nas Ondas, no Parque Garota de Ipanema e o Palco Sobre Rodas, que percorria a cidade. Onde estão estes projetos?

Investir em cultura é gerar empregos, é atrair turistas, é diminuir a violência e promover outros benefícios. O Rio perde cada vez mais a sua importância cultural no cenário brasileiro, não por mérito de outras cidades, mas por falta de investimentos na área. Qualquer dia deixaremos de ser a capital cultural do país e a boa imagem que representamos lá fora.

CRÉDITOS

Agora, falando em Bituca, que foi também meu professor, no CD do Radamés Gnattali (Radamés Gnattali - 1976), relançado em 1999, tem nos créditos o próprio Bituca e ainda o Luciano Perrone. Pena que não indicam que faixas cada um deles gravou. Dizer que eles participaram do trabalho já foi uma exceção, pois costumava-se ignorar os músicos completamente ou, no máximo, colocar apelidos vagos como Chiquinho no piano, Luizinho no baixo e Zezinho na bateria.

Colocava-se o nome até de quem servia o cafezinho no estúdio, mas o nome dos músicos... É por isso que abro cada "capítulo" deste blog justamente com o nome de meus companheiros de profissão.
(Sérgio Conforti)

BRASÃO DO ORFEU - REVIEW IN ENGLISH

Brasão de Orfeu is the name of the second CD by the drummer, Wilson das Neves, on which he sings his own songs – “the songs are mine, the words are of the poets,” he explains. The CD will be released by the label, Quelé – a partner of Biscoito Fino with Acari – and there will be a show in the Centro Cultural Carioca on the 27th and 28th of July. On the first CD, Wilson das Neves honors Ciro Monteiro. In Brasão de Orfeu, which is also the name of the song he wrote together with Paulo César Pinheiro, homage is made to the School of Samba Império Serrano, his favorite school. The music itself is imperial, a combination of Aldir Blanc and Elizeth Cardoso on the song, A Divina, also with Paulo César Pinheiro. Of the 13 songs on the CD, 8 are done with Paulo César Pinheiro. With Nei Lopes, Wilson presents Lupiciniana, a reference to Lupicínio Rodrigues; with Ivor Lancellott, Enganos. De Muito Longe is done in partnership with Delcio Carvalho and Fonte de Prazer, with Cláudio Jorge.


BRASÃO DO ORFEU POR OUTRO LADO

Além de um exímio baterista, compositor e, agora, cantor, Wilson das Neves, 68 anos, é um figuraço. Flamengo e Império Serrano de coração, e dono do famoso bordão “ô, sorte!”, Wilson mostra seu bom humor ao dizer porque resolveu lançar Brasão de Orfeu (Quelé), o segundo CD em que sai da “cozinha” e assume os vocais.
“Eu não resolvi nada, resolveram por mim!”, disse o músico, em entrevista coletiva no Rio. “Fui convidado pela Luciana (Rabello, uma das sócias do selo Quelé), e fiquei feliz da vida de ser lembrado. Eu queria gravar minhas músicas, mas procurava alguém para cantá-las. Quando ouviram meu primeiro disco (Som Sagrado, lançado pela Cid em 96), disseram que, se era para cantar daquele jeito, ia eu mesmo!”
Aliás, o primeiro disco de Wilson das Neves rendeu a ele o prêmio Sharp de revelação como cantor. Ao lançar Brasão de Orfeu dentro do Festival Quelé, realizado no Centro Cultural Carioca – com shows também de Paulo César Pinheiro (confira as fotos de ambas as apresentações na galeria) – o sambista mais uma vez esbanjou bom humor ao falar do assunto.
“Dizem que este é meu segundo disco solo. Solei durante anos a bateria e nunca disseram nada! Aos 60 anos, fui ganhar um prêmio de cantor revelação. Tô achando que sou melhor cantor que baterista”, disse ele, para risos gerais.
Mesmo falando isso em tom de brincadeira, em Brasão de Orfeu Wilson das Neves deixou o velho ofício para se dedicar ao microfone. Em apenas duas das 14 faixas do disco ele toca bateria, mesmo assim “sob protestos”, como disse na coletiva. Nas demais, assume as baquetas André Tandeta, que também o acompanha nos shows.
“Ele é ótimo, não me atrapalha em nada. Não dá para fazer as duas coisas. Só se eu fosse o Phil Collins. Mas não estou com esse futebol todo”, brincou Wilson, não escondendo, no entanto, que sua paixão continua sendo a bateria. “Eu gosto de ir para o palco, mas isso nunca me fascinou. A bateria é a minha amada-amante. O Paulo César Pinheiro (principal parceiro dele no CD) sempre fala para eu parar com essa história de dizer que não sou cantor. Mas não adianta, eu não me assumo mesmo. Esse negócio de cantar é brincadeira. Também não sei se sou um grande compositor. Eu sou músico.”
Um músico que já tocou e gravou com mais de 500 pessoas, entre elas nomes importantes da música brasileira como Elis Regina, Elizeth Cardoso, Lupicínio Rodrigues, Clara Nunes, Chico Buarque, Cyro Monteiro e Ataulfo Alves.
“Só não gravei na primeira missa!”, disse Wilson, disposto a encarar novos desafios. “Eu sou que nem táxi, toco com quem me chama. O músico é assim mesmo, um cigano.”
Algumas dessas pessoas que fizeram parte da história do sambista estão presentes em Brasão de Orfeu. Jóia Perdida e A Divina, parcerias com Paulo César Pinheiro, foram feitas, respectivamente, para Ataulfo Alves e Elizeth Cardoso. Já Lupiciana, melodia de Wilson e letra de Nei Lopes, faz referência a Lupicínio Rodrigues.
“Não são homenagens, e sim agradecimentos a quem tanto me ensinou”, explicou o sambista, que agora, depois de tantos ensinando muita gente a tocar bateria, agora dá uma aula de como cantar samba.
(Marcos Paulo Bin - 31JUL2004 )

Monday, October 16, 2006

MARISA MONTE - UNIVERSO AO MEU REDOR (2006)

Músicos:

Faixas:





Mesmo não concordando com a crítica abaixo, não poderia deixar de publicá-la, por ser este um espaço livre para opiniões de todos.

METENDO O PAU

Depois que a tragédia musical chamada Os Tribalistas foi lançada, a crítica ficou à espera do próximo disco de Marisa Monte. O motivo era simples. Todo queriam saber a cantora teria finalmente sucumbido à loucura. Ou talvez, aquilo não passasse de uma alucinação coletiva.Bem, Marisa Monte resolveu lançar nada menos que dois discos ao mesmo tempo: Infinito Particular e Universo Ao Meu Redor. São dois álbuns completamente diferentes. Por isso, a ZeroZen resolveu fazer duas críticas pelo preço de uma. Antes de mais nada é preciso dizer que Universo Ao Meu Redor é o disco mais corajoso de Marisa Monte. Sério. Não deu certo. Não funcionou mesmo. Mas não se pode negar que a cantora fez pelo menos um esforço para sair da mesmice. Na verdade, Universo ao meu redor é um disco de samba por um cantora que não sabe cantar sabe cantar samba. E isso fica claro. Na verdade, como a ZeroZen já disse antes Marisa é a falsa baiana (que não bole/ não geme nem nada/ não sabe deixar a mocidade louca). O pior de tudo é que Marisa Monte teve mesmo uma grande idéia. Afinal de contas qual a cantora brasileira da atualidade que teria coragem de cantar samba? Pois é, quem diria que fazer samba no brasil parece ser o máximo em ousadia. De qualquer maneira, ao invés de se socorrer, por exemplo, de toda a velha guarda da portela e gravar músicas antológicas, Marisa optou ppor chamar seu indefectíveis parceiros dos tribalistas.Não podia dar certo. E não deu. Ambos não são sambistas, não têm a malandragem do morro. Para piorar, Marisa Monte tenta o tempo todo emular o suíngue do samba carioca. O resultado é desastroso. Às vezes, parece que ela fez o disco para impressionar a velha guarda da Portela. Como se sabe, Marisa foi recusada na velha guarda por ser considerada velha demais...Porém, três músicas merecem destaque: Perdoa, Meu Amor (Casemiro Vieira), Para mais Ninguém (Paulinho da Viola), Pétalas Esquecidas (D. Yvonne Lara, Teresa Batista). Todas, claro, feitas por gente que entende do riscado. Ainda vale destacar Três Letrinhas (Moraes Moreira/Galvão), canção simpática e com um belo arranjo. Apesar de Marisa Monte se parecer com uma Clara Nunes chapada de prozac, Universo Ao Meu Redor, verdade seja dita, é menos ruim do que Infinito Particular.
(J. Tavares)

IN ENGLISH

Marisa Monte's voice and phrasing are as warm and beautiful here as you'd expect from her previous CDs. What makes this release cold and unsatisfying is its lack of any feeling of rapport between MM and anyone else on the album. It's not uncommon in the music industry for instruments to be recorded long after the vocal tracks, but this album really *sounds* that way. Sadly, the arrangements are also way too self-conscious and arch. David Byrne didn't produce the album, but appears on its weakest track ("Statue of Liberty"), and seems to have inspired the producers to approach the material with inappropriate irony. Electronica sound effects and campy retro electronic keyboards clutter up too many of these simple and soaring melodies. The sensational "Perdoa meu amor" from the 1940s might have sounded great with a harp in one channel, but instead two competing harp tracks goop up the song with too much of a good thing. MM herself is credited as a producer, and must share the blame. "Infinito particular", which MM released simultaneously with this album, is a marginally more musical choice, though it lacks any track where the musicians let loose and have fun -- a big contrast from her earlier CDs. Don't pay full price for either of these new releases. If you're new to her music, her album from 2000, "Memories, Chronicles and Declarations of Love", is a five-star alternative you won't regret.
(A. J. Sutter)

Saturday, October 07, 2006

THE ROLLING STONES - BLACK AND BLUE (1976)

Músicos: Mick Jagger (voz, piano Fender), Keith Richards (guitarra), Ron Wood (guitarra), Bill Wyman (baixo) e Charlie Watts (bateria) + Billy Preston (piano, Arp string e voz), Harvey Mandel (guitarra), Wayne Perkins (violão) e Nick Hopkins (órgão).

Faixas:
Hot Stuff
Hand of fate
Cherry oh baby
Memory hotel
Hey negrita
Melody
Fool to cry
Crazy mama


Black and Blue, lançado em 1976, foi o primeiro álbum dos Stones depois da saída de Mick Taylor e a estréia de Ron Wood na banda.

Abaixo quatro textos recolhidos da Wikipedia. Um em francês, outro em inglês, o terceiro em alemão e o último em sueco.

Black and Blue est un album du groupe de rock anglais The Rolling Stones, sorti en 1976 et produit par les Glimmer Twins, surnom de Mick Jagger et Keith Richards. Cet album est le premier du groupe réalisé après le départ du guitariste Mick Taylor. Son remplaçant, Ron Wood, participe à l'album et devient membre officiel des Stones à la fin des enregistrements.
(Wikipedia)

Black And Blue is an album by The Rolling Stones and was released in 1976. It is notable for being their first studio album following guitarist Mick Taylor's departure, while Ron Wood made his first appearance on a Rolling Stones album, becoming an official member of the band by the end of Black and Blue's sessions. Although the album would meet with commercial success, most contemporary critics still consider Black and Blue a part of The Rolling Stones' artistically-lean period, starting with 1973's Goats Head Soup.
(Wikipedia)

Black and Blue ist das dreizehnte in Großbritannien erschienene Studioalbum der Rolling Stones.
Das Album ist am 20. April 1976 in Europa bei der WEA und in den USA bei Atlantic Records erschienen.
Die Songs wurden 1975 größtenteils in den Musicland Studios in München aufgenommen.
Von Kritikern wird es als ein durchschnittliches Album der Rolling Stones angesehen, trotzdem belegte es in den USA vier Wochen lang den ersten Platz der Charts. Hauptsächlich sind auf diesem Album Blues-, Jazz-, und Reggae-Einflüsse zu hören.
Die Stones testeten im Rahmen der Aufnahmen zu diesem Album mehrere Gitarristen, um einen Nachfolger für Mick Taylor, der die Band 1974 verlassen hatte, zu finden. Darunter befanden sich Jeff Beck, Harvey Mandel, Wayne Perkins (spielte Solo in „Hand of Fate“) und Ron Wood. Sie entschieden sich letztlich für Ron Wood als neues Gruppenmitglied.
Auf der englischen Schwesterseite steht, dass das Rolling Stones Album seinen Namen "Black and Blue" wegen des Einflusses der "black music" bekommen hat.
(Wikipedia)

Black and Blue, ett album av The Rolling Stones släppt 1976. "Hot Stuff" och "Fool To Cry" blev hits. Musikkritiker var inte allt för positiva till albumet när det kom.
(Wikipedia)

Thursday, October 05, 2006

NOVOS NOMES


Este é o CD de estréia da banda carioca Posto 1 "Pra quem sabe sonhar".

Em breve mais informações.

Wednesday, October 04, 2006

LED ZEPPELIN - II (1969)


Músicos: Robert Plant (voz e gaita), Jimmy Page (guitarras, steel guitar, violão e voz), John Paul Jones (baixo, órgão e voz) e John Bonham (bateria e voz).

Faixas:
Whole lotta love
What is and what should never be
The lemon song
Thank you
Heartbreaker
Living loving maid (she's just a woman)
Ramble on
Moby Dick
Bring it on home

Led Zeppelin II, also known by the unofficial nickname The Brown Bomber, is a rock and roll album, the second released by English band Led Zeppelin in 1969(see 1969 in music). Here they further developed ideas established on their debut album, creating a work which became even more widely acclaimed and arguably more influential.

The album was recorded during a hectic and much-traveled period of the band's career from January through August 1969, when they completed four European and three American concert tours. Each song was separately recorded, mixed and produced at various studios in the UK and the US. The finished tracks reflect the raw, evolving sound of the band and their innovations as live performers.
Led Zeppelin II largely writes the blueprint for 1970s hard rock. Blues-derived songs like "Whole Lotta Love", "Heartbreaker", "The Lemon Song" and "Bring It on Home" are now standards of the genre, where the guitar-based riff (rather than vocal chorus or verses) defines the song and provides the key hook. Such arrangements and emphases were at the time atypical in popular music. As such, the album is generally considered to be very influential on the development of rock music, being an early forerunner of heavy metal, and inspiring a host of other rock bands such as Deep Purple, Van Halen and Guns 'n' Roses.
Led Zeppelin II also experimented with other musical styles and approaches, as on the alternately soft-and-loud "What Is And What Should Never Be" and "Ramble On" (which featured Page's acoustic guitar), or the pop-influenced ballad "Thank You". With its mysterious atmospherics, "Ramble On" helped develop hard rock's association with fantasy themes, which had partly derived from the psychedelic rock of two to three years before, but also from lyricist Robert Plant's personal interest in the writings of J. R. R. Tolkien. This direction would later culminate on Led Zeppelin's untitled fourth album (and countless subsequent groups would later carry the influence to further extremes). Conversely, the instrumental "Moby Dick" features an extended drum solo by John Bonham, which would later be extended to a half-hour or more in live concert performances.
Jimmy Page's contribution to this album was significant, as his electric guitar solo on the song "Heartbreaker" was emulated by many younger rock guitarists, and exemplifies the group's intense musical attack. Page's innovative recording and drum miking effects on tracks such as "Ramble On" and "Whole Lotta Love" also demonstrated his considerable skill, resourcefulness and originality as a producer.
The "Brown Bomber" album sleeve design was from a poster by David Juniper. It was based on an old photograph of the Jasta Division of the German air force during World War I, with the faces of the four members of the band airbrushed on from a 1969 publicity photograph. (The German air force used Zeppelins as airships for bombing military and civilian targets during the war).
Commercially, Led Zeppelin II was the band's first album to hit #1 in the US knocking The Beatles' Abbey Road from the top spot. It also yielded Led Zeppelin's biggest hit, with the track "Whole Lotta Love". This song reached #4 on the Billboard Top 100 in January 1970, after Atlantic Records went against the group's wishes by releasing a shorter version on 45. The single's B-side, "Living Loving Maid (She's Just a Woman)", also hit the Billboard chart, peaking at #65 in April 1970. The commercial success of this album also brought with it — as with their debut album — accusations of plagiarism (e.g. Willie Dixon's claim to the lyrics for "Whole Lotta Love"1).
In 2000 Q magazine placed Led Zeppelin II at number 37 in its list of the 100 Greatest British Albums Ever. Also in 2003, Rolling Stone magazine declared the album the 75th greatest album of all time.
(Wikipedia)

Tuesday, October 03, 2006

STAN GETZ/JOÃO GILBERTO - GETZ/GILBERTO - 1964



Músicos: Stan Getz (sax-tenor), João Gilberto (violão e voz), Tom Jobim (piano), Sebastião Neto* (baixo), Milton Banana (bateria) e Astrud Gilberto (voz).

Faixas:
The girl from Ipanema
Doralice
Para Machucar Meu Coração
Desafinado
Corcovado
Só danço samba
O Grande Amor
Vivo Sonhando

Getz/Gilberto, is an album released by American Stan Getz and Brazilian João Gilberto, featuring Antonio Carlos Jobim, in 1964. Its release created a bossa nova craze in the United States , and subsequently internationally. It brought together saxophonist Stan Getz, who had already performed the genre on his LPJazz Samba, João Gilberto (one of the creators of the style), and Jobim, a celebrated Brazilian songwriter, who wrote most of the songs in the album. It became one of the best-selling jazz albums of all times, and turned singer Astrud Gilberto, who sang on the track of "The Girl from Ipanema" and "Corcovado", into an international sensation. An interesting tidbit about this recording is that producer Creed Taylor kept the recording in a drawer for a year before releasing it, for reasons known only to him.
It won the 1965 Grammy Awards for Best Album of the Year, Best Jazz Instrumental Album - Individual or Group and Best Engineered Album, Non-Classical. "The Girl from Ipanema" also won the award for Best Record of the Year.
In 2003, the album was ranked number 454 on Rolling Stone magazine's list of the 500 greatest albums of all time.
(Wikipedia)

Para saber mais sobre o álbum:
http://www.vervemusicgroup.com/product.aspx?ob=disc&src=art&pid=10366

*Há a questão do crédito de quem gravou o baixo. Algumas fontes creditam Tommy Williams como sendo o baixista. Outras dão o crédito a Sebastião Neto, um dos grandes nomes que passaram pelo Beco das Garrafas, em Copacabana.